close
logorovivo2

PEDIATRIA: Médica da Astir relata determinadas patologias frequentes

O vice-diretor executivo da Asti fala que a médica pediatra atende no ambulatório da Astir, todas às terças-feiras

ASSESSORIA ASTIR

1 de Novembro de 2018 às 09:51

PEDIATRIA: Médica da Astir relata determinadas patologias frequentes

Médica pediatra Cintia Gomes FOTO: (Assessoria Astir)

A médica pediatra, Cintia Gomes relata algumas patologias frequentes no seu consultório da Astir e também no Serviço de Pronto Atendimento (SPA).

 

De acordo com Cintia um bom número de crianças apresenta as seguintes patologias:

 

Rinite: É a inflamação aguda ou crônica, infecciosa, alérgica ou irritativa da mucosa nasal, sendo os casos agudos, em sua maioria, causados por vírus, ao passo que os casos crônicos ou recorrentes são geralmente determinados pela rinite alérgica, induzida pela exposição à alérgenos, que, após sensibilização, desencadeiam resposta inflamatória.

 

Como toda doença alérgica, ela pode apresentar duas fases. A primeira, chamada imediata, ocorre minutos após o estímulo antigênico e a segunda, denominada fase tardia ou inflamatória, ocorre quatro a oito horas após o estímulo. Os sintomas mais comuns são corrimento nasal, obstrução ou prurido nasal e espirros. Muitas vezes acompanham sintomas oculares como pruridos, hiperemia conjuntival e lacrimeja mento.

 

Esses sintomas podem melhorar espontaneamente. Nos casos crônicos, pode ocorrer perda do paladar e do olfato. Os principais alérgenos ambientais desencadeantes e/ou agravantes da rinite são os ácaros da poeira domiciliar, barata, os fungos, epitélio, urina e saliva de animais (cão e gato). Os principais irritantes inespecíficos são a fumaça do cigarro e compostos voláteis utilizados em produtos de limpeza e construção, desencadeando os sintomas por mecanismos não imunológicos.

 

A rinite alérgica é considerada como fator de risco e marcador de gravidade da asma. Ela piora a asma, além de aumentar o risco de hospitalizações e exacerbar as crises. Portanto, portadores de rinite persistente devem ser investigados para asma e vice versa. A fim de se obterem bons resultados no controle de cada doença, é importante o tratamento e controle das duas doenças.

 

No tratamento da rinite alérgica, o objetivo é promover a prevenção e o alívio dos sintomas de forma segura e eficaz. As medidas a serem instituídas dependem da classificação da rinite, constando de medidas farmacológicas e não farmacológicas, pelo médico assistente.

 

Síndrome pé-mão-boca: A síndrome mão-pé-boca é uma infecção viral contagiosa, provocada habitualmente, mas não somente, pelo Coxsackievirus A16. Casos da SMPB também podem ser provocados por outros sorotipos do Vírus Coxsackie, tais como o Coxsackievirus A2, A4 ao A10, B2, B3 ou B5. Outros vírus, como o Echovirus 1, 4, 7 ou 19 ou o Enterovirus A71 também podem causar a mesma síndrome, com sinais e sintomas muito semelhantes.

 

O quadro clínico costuma ser autolimitado e de curta duração em todos os sorotipos, mas a síndrome mão-pé-boca provocada pelo Enterovirus A71 pode ser mais perigosa, pois pode complicar com casos de encefalite, meningite ou miocardite (inflamação do músculo cardíaco).

 

A SMPB ocorre frequentemente nas crianças com menos de 5 anos, mas pode, eventualmente, acometer adultos.

 

 

TRANSMISSÃO DA SÍNDROME MÃO-PÉ-BOCA

 

O vírus que causam a doença mão-pé-boca pode ser transmitido por contato com secreções das vias respiratórias, secreções das feridas das mãos ou dos pés e pelo contato com fezes dos pacientes infectados. Isso significa que o Vírus Coxsackie (e os outros vírus causadores da SMPB) pode ser transmitido nas seguintes situações:

 

  • Beijar alguém infectado.
  • Ter contato com secreções respiratórias, geralmente através da tosse ou espirro.
  • Beber água contaminada.
  • Apertar a mão de alguém contaminado.
  • Ingerir alimentos preparados por alguém infectado, que não tenha feito a higienização adequada das mãos.
  • Contato com brinquedos ou objetos que possam ter sido contaminados por mãos sujas.
  • Contato com roupas contaminadas.
  • Trocar fraldas de crianças contaminadas.

 

Geralmente, a fase de maior contágio da síndrome mão-pé-boca é durante a primeira semana de doença. Porém, mesmo após a cura, o paciente pode permanecer eliminando o vírus nas fezes, o que o mantém contagioso durante dias ou até semanas depois dos sintomas terem desaparecidos.

 

 

SINTOMAS DA SÍNDROME MÃO-PÉ-BOCA

 

O período de incubação da SMPB costuma ser de 3 a 6 dias. Os primeiros sintomas a surgirem costumam ser a dor de garganta e febre baixa, que fica por volta dos 38ºC. Mal estar e perda do apetite também são freqüentes. Num primeiro momento, a doença é muito parecida com qualquer quadro de virose comum, sendo impossível o seu diagnóstico clínico nesta fase.

 

Estomatite: Estomatite é uma infecção viral bastante comum em crianças e provoca várias feridinhas (ou aftas) na boca e garganta, causando muitas vezes grande desconforto e dor. 



Apesar de ser duro ver a criança sofrer, geralmente não há motivos para muita preocupação. 

 

 

Como a estomatite aparece na criança?

 

A maioria das pessoas carrega os vírus que causam o problema. 



Na realidade, o quadro de estomatite de seu filho pode ser sinal da primeira infecção com o herpes simples tipo 1 (HSV-1), um vírus que quase todos nós "pegamos" na primeira infância e carregamos dentro do corpo para o resto da vida. 

 

 

Quais são os sintomas da estomatite?

 

As feridas são pequenas (de 1 a 5 milímetros de diâmetro), acinzentadas ou amareladas no centro e avermelhadas por fora. 



As lesões podem aparecer na gengiva, na parte interna das bochechas, no fundo da boca, nas amígdalas, na língua ou no céu da boca. As gengivas podem ficar ainda inflamadas e sangrar facilmente.



Como essas aftas costumam ser doloridas, seu filho possivelmente ficará irritado, vai babar mais que de costume e perderá o apetite e até a sede (dói para engolir). 

 

Mau hálito e febre (de até 40 graus centígrados) também podem aparecer, e os gânglios do pescoço tendem a ficar inchados e sensíveis.

 

O vice-diretor executivo da Astir, ST PM Mauro Seibert fala que a médica pediatra atende no ambulatório da Astir, todas às terças-feiras, das 07h30min às 12h00min horas e das 13h30min às 16h00min horas por ordem de chegada, finalizou Seibert. 

MAIS NOTÍCIAS

PRIMEIRA PÁGINA
RONDONIAOVIVO TV
DESTAQUES EMPRESARIAIS
PUBLICAÇÕES LEGAIS
COLUNAS