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ECONOMIA: Vendas no Dia das Crianças devem crescer apenas 1,5%

Em Rondônia, a perspectiva de vendas é um pouco melhor (2,5%), porém, a estimativa é de que as vendas devem alcançar cerca de R$ 50 milhões, segundo do Departamento Econômico da Fecomércio Rondônia.

ASSESSORIA

11 de Outubro de 2018 às 17:48

ECONOMIA: Vendas no Dia das Crianças devem crescer apenas 1,5%

FOTO: (Assessoria)

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que as vendas associadas ao Dia das Crianças devem movimentar R$ 7,4 bilhões neste ano, um crescimento de 1,5% (já descontada a inflação) na comparação com 2017.

 

Segundo a CNC, a perspectiva mais favorável acerca do desempenho do setor, nesta data comemorativa, se insere em um contexto mais amplo, no qual a recuperação do mercado de trabalho, a inflação baixa e os juros em processo de redução permitem um resgate apenas parcial das condições de consumo.

 

Para Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, “a intenção de compra esbarra na cautela dos consumidores em relação ao endividamento, principalmente por conta da incerteza em relação à economia e suas consequências sobre o nível de empregabilidade”.

 

Em Rondônia, a perspectiva de vendas é um pouco melhor (2,5%), porém, a estimativa é de que as vendas devem alcançar cerca de R$ 50 milhões, segundo do Departamento Econômico da Fecomércio Rondônia.

 

Muitos consumidores deixarão as compras para a última hora

 

Há a perspectiva esperada de um que os hipermercados (3,3%) deverão apresentar o melhor desempenho entre os setores relacionados à data. As vendas de brinquedos e eletroeletrônicos também deverão voltar a crescer em 2018 (+2,6%), porém, em ritmo mais fraco que o do ano passado (+3,2%).

 

Segundo sondagem da Fecomércio/RO, um terço dos entrevistados (33%) não pretendem gastar mais do que ano passado e 22% esperam gastar menos.

 

Apenas 19% dos rondonienses dizem que vão gastar mais em 2017 que o ano passado.

 

O principal motivo para não gastar mais nas compras do Dia das Crianças apontado por 37% dos entrevistados é a necessidade de economizar.

 

Já para 28% o problema é o apertado financeiro, seguido de aumento dos preços e a instabilidade da economia (17%). Há os que  escolheram comprar menos presentes (15%) e os que precisam priorizar outros tipos de compras (13%).

 

A expectativa é que os consumidores, em média, desembolsem R$ 122, 00 com os presentes, mas 65% dos entrevistados disseram que não sabem ainda quanto vão gastar na data. A principal razão é que grande parte deles afirmam que irão comprar próximo da data. 

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