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INEFICAZ: Sindeprof exige do Executivo aplicação da Lei aos servidores da capital

Para Ellis Regina a demora no atendimento aos funcionários públicos é perseguição; pacto da saúde sugerido por Hildon ficou apenas nas palavras

ASSESSORIA SINDEPROF

17 de Agosto de 2018 às 08:33

INEFICAZ: Sindeprof exige do Executivo aplicação da Lei aos servidores da capital

FOTO: (Assessoria Sindeprof)

A presidente Ellis Regina, do Sindicato dos Servidores Municipais de Porto Velho (Sindeprof) esteve em reunião com a Secretária Eliana Pasini, da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e demais representantes do Palácio Tancredo Neves, para cobrar auxílio transporte e o abono aos servidores que combatem as doenças endêmicas da cidade e ao agentes comunitários.

 

Ellis Regina reiterou a mais nova porta voz da Semusa de Porto Velho na gestão tucana de Hildon Chaves (PSDB,) sobre a Lei 385 de 2010 que garante a obrigatoriedade do auxílio transporte aos servidores que tratam da saúde nas ruas de Porto Velho.

 

A reunião da categoria dos funcionários públicos com representantes do Poder Executivo aconteceu na manhã desta terça-feira (14) na Sede Social do Sindeprof. Após a palavra da porta da voz da pasta da Semusa, Eliana Pasini, a presidente Ellis Regina ficou voraz com a gestão peessedebista após perceber que o auxílio transporte não teria mais como incorporar na folha de pagamento dos funcionários.

 

O 14ª salário, que também é garantido por Lei, a procuradoria do município não se manifestou e o que ficou entendido que também não vai ser efetuado o pagamento. Em relação ao auxílio fardamento, Ellis Regina destacou que a Lei foi aprovada anterior a gestão tucana e até o momento os governistas da capital rondoniense não garantem o fardamento aos servidores.

 

– A Lei do auxílio fardamento dos servidores agentes comunitários e agentes de combate a endemias foi aprovada anteriormente ao dos funcionários do Samu e eles já estão com seus auxílios, já dos agentes de saúde ainda vão verificar se cabe no orçamento?! este tipo de argumento não me convence – retrucou Ellis Regina.

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