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A negritude amazônica em exposição em Fortaleza

A mostra da fotógrafa Marcela Bonfim, de Porto Velho, ficará exposta a partir desta quinta,01, no Espaço Cultural da Caixa

RONDONIAOVIVO - EDIÇÃO

31 de Outubro de 2018 às 14:31

A negritude amazônica em exposição em Fortaleza

FOTO: (Divulgação)

A rondoniense Marcela Bonfim expõe seu trabalho fotográfico “(Re)conhecendo a Amazônia Negra” no Espaço Cultural da Caixa Econômica, na praia de Iracema, em Fortaleza, a partir desta quinta-feira,01, até 23 de dezembro. As imagens mostram o olhar diferenciado de Marcela sobre a população negra da Amazônia, esquecida e marginalizada, mais especificamente da região Vale do Guaporé.


A fotografa já passou por diversas cidades do Brasil com a mostra, recebendo críticas positivas em relação ao trabalho. São 55 imagens. O acervo ilustra as diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros da Amazônia. Resgata, ainda, expressões de remanescentes quilombolas, afroindígenas, barbadianos e haitianos do Norte.


Marcela iniciou a produção do acervo fotográfico a partir de 2013, após visitar as comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas. O trabalho inclui ainda registros da identidade dos festejos religiosos no Guaporé e terreiros de religiões africanas.


Falante e de grande expressividade, Marcela tem pele e alma negra. Paulista de Jaú, formada em Economia, ela aportou na capital rondoniense em 2010.

 

Foi em meio a floresta amazônica que mergulhou na militância negra após constatar de perto a forma como eram tratados e retratados na história e no dia a dia. “Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira”, disse.

 

Fontes:

Tribuna Ceará  e Geledes

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