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Lenha na Fogueira, por Zékatraca

Por Zékatraca

ZÉ KATRACA

4 de Janeiro de 2018 às 09:14

Lenha na Fogueira, por Zékatraca

FOTO: (Divulgação)

Rondônia: Terra de todos os brasileiros


Mente quem diz que o povo rondoniense não tem cultura.

 

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Estufo o peito e aumento a voz para dizer justamente o contrário: Rondônia é um caldeirão de cultura! Mas não é uma cultura regionalista, centrada no próprio umbigo, com dialeto próprio e singular. Rondônia é multicultural! Cosmopolita, universal!

 

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Aqui é possível ouvir a moça dizendo que 'viver em Rondônia é bão demais, uai', e o amigo dela a confirmar 'arre, égua, e como é arretado de bom!', e então um terceiro amigo convida todos pra tomar um chimarrão ou um tereré nas margens do rio, que é tri bonito ver os botos nadando.

 

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É o mineiro, o nordestino, o gaúcho, o paranaense, o goiano, o mato-gossense, o amazônida, os descendentes de mais de 50 nações que por aqui passaram construindo o desenvolvimento desta terra, que deixaram sua marca nos costumes e no caráter deste povo tão rico, trabalhador e hospitaleiro.

 

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O rondoniense não sabe só brincar de boi. O rondoniense coloca a bota, o chapéu e bate o pé no chão nos bailões das exposições agropecuárias, e depois vai comer o típico acarajé nordestino das diversas festas juninas tradicionais no Estado.

 

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O rondoniense toca tambor, mas toca também saxofone, flauta, a guitarra e o violino. Toca o carimbó, o rock, o pagode, o clássico e o sertanejo; dança o jazz e dança o axé, porque todas estas coisas o rondoniense tem, vive, respira, e encontra aqui, no quintal de casa.

 

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Não bastasse ser tão rico culturalmente, e ser agraciado por uma natureza exuberante que o ignorante diz que é só mato, mas que possui fauna e flora riquíssimas, vales de cachoeiras, balneários e outros tantos encantos de cinco biomas diferentes que possui em nosso Estado, o rondoniense não se contenta e TRABALHA.

 

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O rondoniense trabalha muito! É um dos povos mais trabalhadores e empreendedores do Brasil, e este trabalho é transformado em qualidade de vida e progresso pra nossa gente, transformando Rondônia numa estrela que brilha cada vez mais alto, sendo apontada como exemplo de trabalho, produtividade e boa governança em nível nacional.

 

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E se em algum momento o digno povo rondoniense andou de cabeça baixa, hoje pode dizer com orgulho que está longe de ser um povo sem cultura, porque o rondoniense tem é cultura demais, trabalha demais,e apesar de ter cada vez mais motivos para andar de nariz empinado, continua sendo este povo alegre, humilde, amável e acolhedor que recebe de braços abertos aqueles que vêm para o bem e ajudam a fazer de Rondônia a terra de todos os brasileiros! (Augusto Branco)

 

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O texto do Augusto Branco diz tudo que todos os rondonienses e rondonianos pensam a respeito da nossa cultura. Parabéns poeta.

 

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Agora! Tem certas datas que não devem ser mudadas.

 

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Feriado cívico é uma data que não deve e nem pode ser mudada. Feriado religioso também. Já pensou se o Bispo de uma paróquia anunciar que a Sexta Feira Santa será comemorada na segunda feira?

 

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O Sete de Setembro vai ser comemorado em outra data! O Natal será antecipado para a festa de Nossa Senhora da Conceição!. Essas datas e suas comemorações não devem e nem podem ser adiadas ou antecipadas.

 

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A data da instalação de uma unidade da Federação no caso, a instalação do estado de Rondônia 4 de janeiro, é feriado estadual que consta da nossa constituição por isso, jamais poderia ser adiada para o dia 2 de janeiro.

 

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Tenho plena certeza que o Dr. Confúcio já se arrependeu de ter dado ouvidos a pessoas que não sabem o que é uma data cívica.

 

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Esperando que no próximo ano, a data da instalação do nosso querido estado de Rondônia volte a ser comemorada no dia 4 de janeiro, aproveitamos para parabenizar o estado de Rondônia pelos 36 anos de instalação.

 

Rondônia, aos 36 anos,

tem sim, o que comemorar


 

O estado de Rondônia completa neste dia 4 de janeiro de 2018, 36 anos de instalação. A festa da nomeação do 1º governador do estado de Rondônia, Jorge Teixeira de Oliveira - Teixeirão aconteceu no palácio Presidente Vargas e contou com a presença do Ministro da Justiça Ibrahim Abi Akhel representando o presidente João Batista de Figueiredo e Ministro Mário Andreazza o grande incentivador da criação do estado enquanto Ministro o Interior.

 

O Estado foi criado em 22 de dezembro de 1981, pela Lei Complementar número 41, sancionada pelo presidente João Batista Figueiredo e sua instalação aconteceu no dia 4 de janeiro de 1982.

 

Rondônia hoje, é governado pelo Dr. Confúcio Ayres Moura considerado um dos melhores governadores do Brasil na atualidade. Rondônia é o terceiro maior estado da região norte em se tratando de produção, em especial no agronegócio, além de ser o maior produtor mundial de peixe criado em cativeiro.

 

Somos um dos maiores estados brasileiro, exportador de carne bovina, nossa carne, é consumida em países como Rússia e Egito.

 

Enquanto muitas unidades da federação ainda estão tentando quitar suas dívidas, Rondônia está em dia, inclusive, com o pagamento dos salários dos seus funcionários. Nos seus 36 anos de instalação, Rondônia tem sim, o que comemorar.

 

Carta de Rui Teixeira filho de Jorge Teixeira


 

A respeito da data de instalação do estado de Rondônia, o filho do Coronel Jorge Teixeira de Oliveira Rui Teixeira hoje residindo no Rio de Janeiro, nos enviou o seguinte texto.

 

“A grande verdade, é que os articulistas que hoje escrevem sobre Rondônia não tiveram e nem conhecem os bastidores da criação do estado. Ultimamente tenho lido alguns textos que demonstram o total desconhecimento do processo e das dificuldades e até interferências contrárias à emancipação. O tempo de permanência de antigos governadores do antigo território nunca superou 6 meses. Sem medo de errar, acho que se não fosse o estilo do meu querido pai (Teixeirão), hoje Rondônia talvez estivesse na mesma situação do Acre, Roraima e Amapá.

 

Mudando a data do aniversário do estado considero um desrespeito e uma total falta de consideração com todo o esforço de todos que abraçaram a causa. Fico muito triste quando vejo o nome de meu pai ser esquecido ou minimizado.

 

Considero um total desrespeito à destruição e abandono da estação da Madeira-Mamore e a mudança da data de aniversário do estado”. (ass) Rui Teixeira.

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