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Governo de Minas Gerais confirma 9 mortes por febre amarela

Segundo secretaria, últimos três óbitos confirmados se referem a pacientes de Nova Lima, na Grande BH, e de Mariana, na Região Central

GLOBO.COM

11 de Janeiro de 2018 às 17:25

Governo de Minas Gerais confirma 9 mortes por febre amarela

FOTO: (Fiocruz)

O governo de Minas Gerais confirmou, nesta quinta-feira (11), mais três mortes por febre amarela. Uma vítima é de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e duas, de Mariana, na Região Central.

 

No total, 11 pessoas tiveram diagnóstico positivo para a doença no estado desde o fim do ano passado, das quais nove morreram. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), apenas uma delas é mulher.

 

De acordo com a Prefeitura de Nova Lima, a última confirmação no município se refere a um paciente, de 60 anos, que morava no bairro Galo. Ele morreu na última sexta-feira (05), na Fundação Hospitalar Nossa Senhora de Lourdes. Já a prefeitura de Mariana informou que as duas vítimas da cidade moravam na zona rural.

 

De acordo com os dados do governo, os óbitos registrados no estado se referem a pacientes de seis cidades:

 

  • três em Nova Lima, na Região Metropolitana;
  •  
  • dois em Mariana, na Região Central;
  •  
  • um em Brumadinho, na Região Metropoliatana;
  •  
  • um em Carmo da Mata, no Centro-Oeste;
  •  
  • um em Barra Longa, na Região Central;
  •  
  • um em Mar de Espanha, na Zona da Mata.

 

Nesta quinta, a SES não informou o número de casos sob investigação em Minas.

 

Óbitos de julho de 2016 a junho de 2017

 

O primeiro período de monitoramento da febre amarela foi entre julho de 2016 a junho de 2017, quando ocorreu o surto da doença no estado. Neste período, segundo o governo, foram 162 mortes - 26 em 2016 e 136 em 2017. Ainda de acordo com a secretaria, 475 casos foram confirmados nesta época.

 

Febre amarela

 

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infestados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Já em ambiente urbano, a partir do Aedes aegypti, de acordo com o Ministério da Saúde. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.

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